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<title>As estrelas firmadas no céu </title>
<link>http://pensarpoesia.nireblog.com</link>
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<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 07:32:03 +0100</pubDate>
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<title>As estrelas firmadas no céu </title>
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	<title>TÃO DIFERENTE, TÃO DESIGUAL!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/11/15/tao-diferente-tao-desigual</link>
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		<description><![CDATA[<p>Por cá, ainda continuo a escrever cartas<br />
nesta quadra natalicia, sempre igual,<br />
para que as familias fiquem felizes,fartas,<br />
de tudo o que há de bom nesta quadra de Natal!</p>
<p>Que bom seria ver entrar a alegria,<br />
o calor do amor e à mesa o fresco pão,<br />
no olhar simples duma criança nesse dia,<br />
no mais belo gesto que pode dar uma mão!? </p>
<p>Mas o homem é bem diferente,tão desigual,<br />
que só se lembra que há um dia de natal,<br />
porque o mundo tem de vender e de comprar...</p>
<p>Enquanto a miséria não se cansa de crescer,<br />
o sonho, esse, coitado, não deixa de bater,<br />
às portas dos que continuam a acreditar!</p>
<p>15.11.09<br />
13.55 hrs<br />
184º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/11/15/tao-diferente-tao-desigual#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:56:17 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>UM POUCO DE TI!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/11/07/um-pouco-de-ti</link>
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		<description><![CDATA[<p>Ninguém o diz, ninguem o sente, pois então!?<br />
Só eu sei quanta luz vem de ti quando estás<br />
a aproximar-te no teu andar em direcção<br />
do caminho d'amizade e da santa paz!</p>
<p>Gosto de sentir o teu sorriso no meu siso<br />
de te ouvir a falar mesmo longe de mim.<br />
Percebo que a tua luz me aquece o juizo,<br />
e que a tua amizade não tem porta nem fim!</p>
<p>Assim eu canto de qualquer jeito esta cantiga<br />
que de morada só ela sabe quem é a amiga<br />
acabada de chegar ao meu paraiso.</p>
<p>Mantém-te fiel no teu caminho de mel,<br />
faz voar o teu perfume em balão de papel<br />
e dá um pouco de ti quem de ti precise!</p>
<p>07.11.09<br />
14.23 hrs<br />
183º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/11/07/um-pouco-de-ti#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 15:24:06 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>HOJE VI ALGUÉM...</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/10/17/hoje-vi-alguem</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/10/17/hoje-vi-alguem</guid>
		<description><![CDATA[<p>Alguém passou por mim e me fez confusão...<br />
Fiquei preplexo parado no meu olhar,<br />
tentando ver se era a pessoa ou não,<br />
que em tempos me dera muito amor sem pensar.</p>
<p>E sem pensar, pensei que não podia ser<br />
a pessoa andar por ali só e sem  ninguem...<br />
Mero acaso de um caso perdido a esquecer.<br />
Por isso eu vi alguém que me lembrou alguém.</p>
<p>Talvez por eu ter falado ontem contigo,<br />
me tenha suscitado ternura, abrigo,<br />
neste Mar onde todos se querem banhar?!</p>
<p>Mas vi que não eras tu, mas uma outra pessoa.<br />
E quanto à outra, seu amor foi mais uma lôa<br />
onde eu cai para mais tarde me levantar!</p>
<p>23.10.09<br />
18.36 hrs<br />
182º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/10/17/hoje-vi-alguem#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 17 Oct 2009 18:36:35 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MAIS LONGE QUE O DISTANTE!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/10/06/mais-longe-que-o-distante</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/10/06/mais-longe-que-o-distante</guid>
		<description><![CDATA[<p>Perdi-te o rasto neste mundo ao laréu!<br />
Nem pégadas no chão, riscos de vida, nada.<br />
De ti, nada! Nem o ar traz um cheiro teu!<br />
Andei por ai, enquanto a alma se esvaziava...</p>
<p>A noite sem sombra gritou ao deserto:<br />
- Por onde te meteste oh alma danada?<br />
Porquê me deixaste neste meu desacerto<br />
sem me teres deixado um sinal, uma morada!?</p>
<p>Contigo sei que não serei mais caminhante,<br />
tão pouco beberei mais água agonizante<br />
nem te lamberás do meu néctar, meu mel.</p>
<p>Que o teu lugar seja mais longe que o distante,<br />
já que te perdi, és barco sem comandante<br />
nas ondas desse teu mar repleto de fel!</p>
<p>06.10.09<br />
14.36 hrs<br />
181º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/10/06/mais-longe-que-o-distante#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 14:37:02 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>COMBATER A MALEDICÊNCIA</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/09/20/combater-a-maledicencia</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/09/20/combater-a-maledicencia</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como combater a maledicência humana,<br />
praga do maligno, filha de Belzebu?<br />
Ah, mas que valente coiçe dado no cú<br />
merecem tais, esta gente que só profana!</p>
<p>São anjos vermelhos vindos de santánas,<br />
com asas de fogo que queimam ao passar<br />
pelos desportegidos, filhos do amor e paz...<br />
Que horror eu tenho deles só de os ouvir falar!</p>
<p>Nada está bem para eles!Tudo é erro, está mal!<br />
Têm a varinha mágica no pedestal...<br />
E quanto ao atirar pedras pró ar, são reis!</p>
<p>Que filhos de tais pais são estes "senhores",<br />
que se dizem amigos do povo, doutores,<br />
mestrados em ódios, doentes e crueis!?</p>
<p>20.09.09<br />
07.42 hrs<br />
180º soneto - ano 2009</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/09/20/combater-a-maledicencia#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 20 Sep 2009 07:42:45 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>TERMINADO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/09/01/terminado</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/09/01/terminado</guid>
		<description><![CDATA[<p>Dos pensamentos passados, estou curado.<br />
Já não existe mágoa, dôr ou ansiedade.<br />
Tudo passou com o tempo. Desamparado!<br />
Agora me resta respirar, liberdade!</p>
<p>Fui ingénuo, talvez, quiça apalermado,<br />
seduzido pela constante imaturidade,<br />
mesmo adulto inofensivo, foi algemado,<br />
pelos olhares duma farsa felinidade.</p>
<p>Levantei-me a todo o custo. Já me elevei!<br />
Na minha cama todo o sonho terminei.<br />
Nada mais me resta de tão má doença!</p>
<p>Respiro livre, e livre hei-de viver,<br />
até que chegue o momento para dizer:<br />
adeus "enxada" que me pregaste tal vivência!</p>
<p>01.09.2009<br />
16.05 hrs<br />
179º soneto -ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/09/01/terminado#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 01 Sep 2009 16:05:15 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CAVANDO...</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/08/30/cavando</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/08/30/cavando</guid>
		<description><![CDATA[<p>Passas o  tempo a cavar a sepultura<br />
que um dia alguém te há-de enterrar...<br />
Para uns será o final da amargura<br />
para outros, te hão-de sempre recordar.</p>
<p>Cá por mim, posso dizer à luz do dia,<br />
foste alguém que deu vida em certa altura,<br />
e se hoje eu penso em ti tudo me arrepia<br />
até os ossos me estalam a amardura!</p>
<p>Não hás-de ficar cá a rir da tua graça,<br />
que de graça nem a quero mais ver na praça,<br />
onde meus olhos de ti não compram mais!</p>
<p>Foi chão que já deu uvas e foi mordaça,<br />
na boca de quem te cobriu em desgraça<br />
e tu hoje a vais cavando com risos e ais!</p>
<p>27.08.2009<br />
15.04 hrs<br />
178º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/08/30/cavando#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 30 Aug 2009 15:04:28 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>IGNORANDO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/08/11/ignorando</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/08/11/ignorando</guid>
		<description><![CDATA[<p>Embora possa parecer que já parti,<br />
dado ao silêncio que me caiu em cima<br />
do meu sorriso que por ti já não sorri,<br />
nem duma quadra eu consigo fazer rima!</p>
<p>Até parece que a noite não tem mais fim,<br />
ou será qu'o dia p'ra sempre adormeceu,<br />
contigo esquecida no teu ávido jardim<br />
onde o meu perfume de ti desapareceu?...</p>
<p>Como consegues tu caminhar ignorando,<br />
quem contigo partilhou rindo, chorando,<br />
com os dedos entrelaçados pela mágoa?!</p>
<p>De ti não tenho cheiro, migalha ou sufoco,<br />
e se outra estive de ti perdido, louco,<br />
hoje o teu Mar é uma planicie sem água.
</p>
<p>11.08.09<br />
18.05.hrs<br />
177º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/08/11/ignorando#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 11 Aug 2009 18:05:55 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>CLARIDADE</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/07/05/claridade</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/07/05/claridade</guid>
		<description><![CDATA[<p>Mesmo caminhando contra o vento da maré,<br />
por entre o teu olhar me vou refugiando,<br />
para que nunca possa trocar o meu pé,<br />
tão pouco fugir do que não estou alcançando!</p>
<p>Sei que chegar ao tal sitio, todos iremos,<br />
mesmo que o relógio ande sem se dar corda!<br />
É a coisa mais certa que todos nós teremos:<br />
andar por cá até o rebentar da corda!</p>
<p>Continuo a acreditar que eu acredito,<br />
mesmo contrariando uma má vontade<br />
que ás vezes me bate á porta, logo medito: </p>
<p>Isto é a ventania da contrariedade,<br />
que me diz para parar... Mas eu espevito!<br />
A luz que eu tenho vem sempre da Claridade!</p>
<p>05.07.09<br />
20.18 hrs<br />
176º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/07/05/claridade#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 05 Jul 2009 20:18:39 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MAIS UMA VEZ</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/21/mais-uma-vez</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/21/mais-uma-vez</guid>
		<description><![CDATA[<p>Daqui a poucas horas lá vais meu amor,<br />
vais partir uma vez mais para longe de mim.<br />
Longe do mundo iremos sentir a tal dôr<br />
a dôr que não tem à vista um outro fim!</p>
<p>Vais voar e nos Alpes tu irás viver.<br />
Mais perto do céu as estrelas brilham mais.<br />
Eu por cá vou deixar de te ouvir e ver,<br />
e de quando em quando lá virão outros ais...</p>
<p>Mais uma vez meu coração está apertado.<br />
São apertos que não passam ao nosso lado,<br />
despercebidos, sempre que há uma partida.</p>
<p>Se a alma dói, meu corpo está cansado<br />
por ver e de ouvir o voz do nosso fado!<br />
Vais para longe uma vez mais ó filha querida!</p>
<p>21.06.09<br />
07.45 hrs<br />
175º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/21/mais-uma-vez#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 21 Jun 2009 07:45:28 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>NÃO MATA MAS MOI.</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/13/nao-mata-mas-moi</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/13/nao-mata-mas-moi</guid>
		<description><![CDATA[<p>Apanha-se mais depressa um mentiroso<br />
que um coxo a andar no seu normal andar!<br />
E quando o mentiroso é um certo vaidoso<br />
quase que nos passa despercebido no falar...</p>
<p>Fanforrices, risadas, momentos futeis..<br />
Pequenos sorrisos matreiros intencionais.<br />
Afinal que nos servem estes amigos inuteis<br />
que se dizem nossos amigos, besteais?!</p>
<p>Não dão a cara. Inventam fugas certeiras,<br />
maribam-se para quem não usa caneleiras.<br />
Pela mentira eles dizem que gostam de nós..</p>
<p>Que contrato terá esta gente sem pudor<br />
com alguém que faz apagar o seu valor?<br />
Que a luz certa do alto venha até a nós!</p>
<p>13.06.09<br />
22.20 hrs<br />
174º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/13/nao-mata-mas-moi#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 22:29:55 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>VIRTUAL</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/virtual</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/virtual</guid>
		<description><![CDATA[<p>Para quem me vê ao vivo me fala e sente,<br />
partilha comigo tudo em forma real!<br />
Embora eu saiba que hája sempre gente<br />
que tambem se refugie no ser virtual.</p>
<p>Viritual, é dar uso à imaginação,<br />
dar à fantasia um desejo inacabado,<br />
pôr o rumo da vida em contra-mão<br />
e gostar de andar em passo trocado!</p>
<p>Quem não dá a cara, só tem cara então.<br />
Vive a realidade em pura ilusão<br />
e eu embora a aceite, não levo a mal...</p>
<p>Tudo tem uma forma no ser e no estar,<br />
mas passar por outro ser, é intrujar,<br />
e isso para mim também é ser virtual!</p>
<p>10.06.09<br />
173º soneto - ano 2009<br />
08.50 hrs
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/10/virtual#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 08:50:58 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MEDRONHO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/09/medronho</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/09/medronho</guid>
		<description><![CDATA[<p>Se gostas de mim e me falas por favor,<br />
peço-te: Vê se mudas tal comportamento.<br />
Posso chamar a isso tudo menos sentimento,<br />
porque isso não se parece nada com amor!?</p>
<p>Que maneira estranha essa a tua de ser<br />
quando dizes que gostas de mim sem me ver?!<br />
Serei eu alguma miragem no teu viver<br />
ou ilusão passada que volta a nascer?</p>
<p>Eu não quero tão pouco aceito esse teu jogo,<br />
por isso te peço não gostes de mim. Eu te rogo<br />
que não seja mais que vontade do seu sonho</p>
<p>que não te larga, não te coça a realidade.<br />
nem te faz dar mais sabor há tua maldade,<br />
quando tu me embriagas com teu medronho!</p>
<p>09.06.09<br />
20.44 hrs<br />
172º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/09/medronho#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 09 Jun 2009 20:44:54 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>PARTIDA</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/06/partida</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/06/partida</guid>
		<description><![CDATA[<p>Estou de partida da partida que fundei.<br />
Da partida, cujo nome deu forma, deu vida<br />
a um projecto velho do passado que passei<br />
e que jamais dentro de mim será esquecida!</p>
<p>Foi uma partida para a guerra, má partida<br />
esta da pátria que de tão má foi a atitude<br />
roubando-me a força da luz hoje já perdida<br />
outrora nos sonhos da minha juventude! </p>
<p>E no palco eu vivi o drama, retratando,<br />
a familia que da odisseia foi sulplicando<br />
para que voltasse são e salvo ao meu lar!</p>
<p>E lá na Rocha eu prometi, olhando o Tejo,<br />
que haveria de ver este meu desejo<br />
subir à ribalta para eu representar!</p>
<p>06.06.09<br />
09.39 hrs<br />
171º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/06/partida#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 06 Jun 2009 09:39:54 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>FAVO DE MEL</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/01/favo-de-mel</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/01/favo-de-mel</guid>
		<description><![CDATA[<p>Hoje, por ser menino vou cantar a canção<br />
que os meus avós ensinaram aos meus pais.<br />
A canção, diz o refrão: Vem comigo irmão,<br />
sem que eu ouça de ti lamúrias ou mais ais!</p>
<p>Brinquemos com os nossos brinquedos de amor,<br />
feitos à medida de cada um de nós,<br />
cheinhos de carinhos, beijos com sabor.<br />
igual ao que recebemos dos Pais e Avós!</p>
<p>Cantemos pois para o resto das nossas vidas,<br />
como é bom ser-se menino, adulto, fiel,<br />
tal desenho que se faz na folha de papel!</p>
<p>Viver as coisas boas que nos são queridas,<br />
é não esquecer nunca o travo que há no fel<br />
e também ter sempre à mão uma colher de mel!</p>
<p>01.06.09<br />
22.08 hrs<br />
170º soneto - ano 2009</p>
<p>Aq
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/06/01/favo-de-mel#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 22:38:18 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>O TEU SORRISO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/26/o-teu-sorriso</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/26/o-teu-sorriso</guid>
		<description><![CDATA[<p>Serei feliz sim! Serei feliz mas contigo<br />
sempre de olhar de frente na frente do olhar,<br />
onde as pestanas possam ser o nosso abrigo<br />
o abrigo que todo o mundo quer encontrar!</p>
<p>Serei feliz, pois então e porque não serei<br />
se tu existes na paz e és tão sensivel<br />
tão humilde quanto eu. Por tal te darei<br />
o meu mundo. O  mundo que te é visivel!</p>
<p>Não feches a porta à minha felicidade!<br />
Não deixes que te entre alguma inimizade!<br />
Dá-me as tuas mãos que eu delas bem preciso!</p>
<p>Quero sentir-te feliz, ver-te pois sorrir.<br />
Em cada gesto da vida há em ti um florir<br />
e eu que te leio, me curvo no teu sorriso!</p>
<p>26.05.09<br />
17.27 hrs<br />
169º soneto - ano 2009
</p>
<p>( A HUMILDADE NO SER HUMANO TRANSFORMA A ALMA DO MESMO! EU FUI TRANSFORMADO POR ALGUEM MUITO IMPORTANTE NA MINHA VIDA!<br />
UMA AMIGA! )
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/26/o-teu-sorriso#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 26 May 2009 17:28:01 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>COMO FAZER?</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/26/como-fazer</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/26/como-fazer</guid>
		<description><![CDATA[<p>Podia te falar mais sobre do que não falo.<br />
Dizer-te palavras para mais baralhar<br />
ou mesmo ir até quiça mais longe com algo<br />
que te fizesse mais peso no teu pensar.</p>
<p>Tudo eu poderia deixar na consciência,<br />
pelo menos o que me vai na alma dorida...<br />
Tambem não sei se ela me fará continência<br />
ao te falar como a levo na tua vida?!</p>
<p>Nem sempre tudo dizemos. E quando dizemos,<br />
nem sempre fica-nos claro como queremos.<br />
Fala-se, diz-se, e pouco ou nada se fala...</p>
<p>E tudo gira á volta duma falsa questão:<br />
Quem de nós fala mais ou tem mais razão<br />
quando o pensamento e a voz não se cala?</p>
<p>26.05.09<br />
16.56 hrs<br />
168º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/26/como-fazer#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 26 May 2009 16:56:50 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>QUE NUNCA TE FALTE</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/24/que-nunca-te-falte</link>
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		<description><![CDATA[<p>Que nunca te falte à mesa o sagrado pão,<br />
nem à boca a água que te mata a secura,<br />
tão pouco um gesto de paz dado pela mão<br />
alisando os teus cabelos com doçura!</p>
<p>Que tenhas por perto na vida, sinceridade,<br />
palavras meigas, doceis, cheinhas de mel,<br />
que te adoçam a alma ao som da verdade<br />
nunca provando o amargo sabor do fel!</p>
<p>Que nunca te falte por perto um Amigo,<br />
alguém se possivel parecido comigo,<br />
que está sempre ponto a dizer: presente!</p>
<p>É isso que eu quero que não deixes de ter.<br />
Porque a vida só vale o que tem de valer<br />
e o que mais importa é que vivas contente!</p>
<p>24.05.09<br />
20.06 hrs<br />
167º soneto - ano 2009</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/24/que-nunca-te-falte#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 24 May 2009 20:07:32 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>TEMPESTADES</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/23/tempestades</link>
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		<description><![CDATA[<p>Paira no ar um vento estranho, sem amanho...<br />
Há uma febre deslambida, sem medida,<br />
e que por não ter espaço no seu tamanho,<br />
corta a respiração no respiro da m'nha  vida!</p>
<p>Há uma misteriosa sombra que me ensombra<br />
em cada passou que dou, para onde vou.<br />
Parece um gesto cinico que não se ombra<br />
na pessoa que eu sei quem sou e como estou?!</p>
<p>Sinto vir por ai um vendaval, sem moral.<br />
Rancores de punhos de renda, falsidades,<br />
irão dizer que o vento sempre lhes fez mal.</p>
<p>Que o digam! Para mim foram imoralidades!<br />
Há no ar uma semente de negra, sem igual...<br />
Semearam-na!? Colham pois as tempestades!</p>
<p>23.05.09<br />
19.04 hrs<br />
166º soneto - ano 2009
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/23/tempestades#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 23 May 2009 19:06:45 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>PARA O MEU TALISMÃ!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/21/para-o-meu-talisma</link>
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		<description><![CDATA[<p>Abri a janela hoje logo pela manhã.<br />
Tu, no meu pensamento muito açucarado...<br />
O teu doce olhar, tal baguito de romã,<br />
me adoça ao saber-te estar a meu lado! </p>
<p>Pudera, com tanta vista gostosa e sã,<br />
não hei-de eu me sentir feliz por saber<br />
ao ter por perto na minha mão, o talismã,<br />
que me faz pensar no que quero saber?</p>
<p>De janela aberta olho o esplendor.<br />
O Sol, refeito da noite já acordou,<br />
e o seu calor sobre mim me inspirou...</p>
<p>Como é bom sentir pela manhã o amor,<br />
conseguir perceber que nada acabou,<br />
que é este agora que mexe. Já começou!</p>
<p>21.05.09<br />
165º soneto - ano 2009<br />
09.37 hrs
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2009/05/21/para-o-meu-talisma#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 21 May 2009 09:38:13 +0100</pubDate>	</item>
</channel>	
</rss>
 
