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<title>As estrelas firmadas no céu </title>
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<description> </description>
<pubDate>Wed, 20 Aug 2008 17:03:19 +0100</pubDate>
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<title>As estrelas firmadas no céu </title>
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	<item>
	<title>Sol de pouca duraçao...</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/28/sol-de-pouca-duracao</link>
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		<description><![CDATA[<p>Chegaste em Noite de Sol,<br />
partiste quase sem me veres.<br />
Porquê teve de ser assim<br />
essa partida que fez de mim<br />
um estranho entre dois seres?!</p>
<p>Era noite quando chegaste,<br />
e naquela noite fez-se dia!<br />
Abracei-te e tu me abraçaste,<br />
chorámos ambos de alegria!</p>
<p>Foi noite, sim. Eu sempre disse,<br />
que alguém chegava para partir.<br />
Mas houve alguem que ouvisse,<br />
que reparou e sentisse<br />
a forma do meu sorrir!?</p>
<p>E as saudades para matar,<br />
nos dias de Sol que deram chuva...<br />
Deixaram-me sempre a pensar,<br />
antes sofrer que olvidar,<br />
a tua parra não deu uva! </p>
<p>E a noite sempre chegou,<br />
num adeus curto insensato,<br />
e o teu Sol sequer deixou<br />
uma restea no meu prato...</p>
<p>Partiste em manhã primaveril.<br />
sem teres comido a "vontade".<br />
E a minha fome tão senil<br />
não alimentou a saudade!</p>
<p>Foi um Sol, como um trovão,<br />
quase nada contemplei.<br />
Foi visita sem duração<br />
e agora mais nada eu sei!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/28/sol-de-pouca-duracao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 28 May 2008 22:50:52 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Mente Brilhante!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/24/mente-brilhante</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/24/mente-brilhante</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sei que vês em mim uma luz com mente brilhante,<br />
que mexe com o teu interior e deixa pensar,<br />
no porquê deste brilho forte e cintilante,<br />
que deixa rasto por onde esteja a passar?!</p>
<p>Sei que sou para ti uma palavra proibida,<br />
um gesto suave no sonho em ti adormecido,<br />
onde a batega que na tua face é sentida,<br />
e só o brilho da minha mente fará sentido!</p>
<p>É que tu fazes parte, mesmo que não queiras,<br />
desta minha mente que sabe e só quer dar,<br />
amor, paz mas sempre com palavras verdadeiras<br />
e o brilho se não mente é para ficar!</p>
<p>Como tu a dizê-lo, há por ai tanta gente,<br />
que eu tão pouco sequer sei quem eles são,<br />
dizem que o brilho é forte da minha mente<br />
e que os deixam logo bem presos ao coração!</p>
<p>Sei que sou feliz por saber e agradeço,<br />
a Deus, todos os que se dizem perto de mim!<br />
No entanto, não sei se de facto eu mereço<br />
ter de ti tanta e tão bela postura assim?!</p>
<p>Sei que há mais gente a dizer e a sentir,<br />
tal como tu dizes, sentes e proclamas!<br />
Que me desculpem se porventura eu omitir<br />
o que tu hoje, agora e sempre exclamas!</p>
<p>Sei que se pudesse ser outro, talvez seria<br />
um outro ser que não este que tu conheces,<br />
com outro brilho, noutra luz no dia-a-dia<br />
e não teres mais este no qual te aqueces! </p>
<p>Esta minha mente continua a precorrer<br />
em soldados, estatuas de ouro e marfim!<br />
E quando a noite vier um dia a aparecer<br />
a minha luz fica por cá sem ter mais fim!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/24/mente-brilhante#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 24 May 2008 10:12:44 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Em frente, caminhar!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/18/em-frente-caminhar</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/18/em-frente-caminhar</guid>
		<description><![CDATA[<p>Eu sei que por detrás do meu Sol existe,<br />
de quando em quando, uma sombra adormecida,<br />
e cada vez que ela surge, não resiste,<br />
em me dar algum desconforto nesta vida!!</p>
<p>Sei que o tempo tudo leva e tudo trás,<br />
e também sei que eu sem ele nada sabia,<br />
e quando a tal sombra surge, me rouba a Paz,<br />
me dá algo que atormenta minha alegria!</p>
<p>Se eu soubesse meditar, adivinhando,<br />
o que nunca eu aprendera, não me ensinaram,<br />
talvez eu hoje não estivesse caminhando<br />
nesta passada onde tantos já passaram!</p>
<p>É que eu choro muitas vezes sem chorar,<br />
dando até a entender quem me conhece...<br />
E se o meu sorriso não é mais que um sonhar,<br />
então o meu desejo raramente acontece!  </p>
<p>Se eu pudesse fazer o que eu desejo,<br />
certamente até as estrelas dançariam;<br />
no espaço de um longo espaço para um beijo<br />
as tais sombras certamente morreriam!</p>
<p>Eu sei que esta doença é momentânea,<br />
temporal, e que existe sem acordo...<br />
Mas o choque deixa uma dôr instantâea<br />
que me dá ganas de ser assim: - Até me mordo!</p>
<p>Sei que o meu Sol, tambem ele se incendeia,<br />
que arde, às vezes por dar aquela palha.<br />
E quando a sombra que está atrás, me encadeia,<br />
não há sossego que me socorre ou me valha! </p>
<p>Vou sabendo de tudo isto de tudo, um pouco,<br />
logo o novo dia, nasça nova esperança.<br />
Talvez para uns eu seja mais outro louco?!<br />
Mas que importa? Não deixarei de ser criança!</p>
<p>Para a frente eu caminho a caminhar,<br />
mesmo que só, sigo em frente no meu destino,<br />
E quando a luz do Sol um dia se apagar,<br />
talvez eu volte para ser outro menino!</p>
<p>18.05.08
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/05/18/em-frente-caminhar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 18 May 2008 10:24:23 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Abril, promessas mil!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/14/abril-promessas-mil</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/14/abril-promessas-mil</guid>
		<description><![CDATA[<p>Deram-me um chocolate<br />
com sabor divinal<br />
embrulhado com remate<br />
numa folha de jornal.</p>
<p>Estáva no mês de Abril<br />
quando tudo começou...<br />
Vozes foram mais mil<br />
e o fim, pois, terminou!</p>
<p>Prometeram o melhor,<br />
e o tempo já passou!<br />
Chocolate, é do pior<br />
e do bom não nos tocou!</p>
<p>Rebuçados, envenenados,<br />
goluseimas enganadoras,<br />
açucares amarelados,<br />
promessas, deram vassouras...</p>
<p>Foram sonhos, cor-de-rosa,<br />
que nos deram, prometendo,<br />
e se não há verso nem prosa<br />
p'lo menos vamos vivendo...</p>
<p>Vivendo nesta lembrança<br />
que nunca hei-de deixar,<br />
embora Homem e Criança,<br />
não esqueçe o paladar!</p>
<p>A onda e Mar, continua,<br />
e o chocolate sem mão,<br />
lambe o luar da Lua<br />
e o Sol queima a ilusão!</p>
<p>O Chocolate, foi-se!<br />
O sabor, foi mais um beijo!<br />
E à besta que deu coiçe,<br />
não a quero nem a desejo!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/14/abril-promessas-mil#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 14 Apr 2008 22:41:26 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>IMAGENS</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/08/imagens</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/08/imagens</guid>
		<description><![CDATA[<p>São as imagens da fome<br />
que me fazem consumir a alma!</p>
<p>São as imagens de guerra<br />
que me fazem perder a calma!</p>
<p>- Quando vejo um abutre.<br />
de olhar fixo,<br />
com as suas garras carvadas no chão,<br />
à espreita<br />
que uma criança,<br />
sem mais esperança,<br />
dê o seu último lamento,<br />
fico arrepiado,<br />
endiabrado,<br />
pelo nojo que estas malditas potências,<br />
sem clemências,<br />
criam tal sofrimento!</p>
<p>E ver<br />
uma mão dorida<br />
acenando<br />
alguém que vai partir,<br />
gera-se-me nas entranhas<br />
um dor de fugir!!!</p>
<p>E aquele trapo,<br />
farrapo,<br />
de mão estendida à sua sorte,<br />
implorando<br />
a alguém que lhe retarde a sua morte!?...<br />
- Que triste imagem<br />
de péssimo recorte!!</p>
<p>E um outro de seringa,<br />
mil vezes mil servida,<br />
vai esperando que haja alguém<br />
que lhe tire daquela vida...</p>
<p>Que imagens estas estou vendo!<br />
Que frases estas estou escrevendo!<br />
Que más noticias vou lendo,<br />
e os horrores que estou sabendo?!</p>
<p>Tristezas tristes<br />
de tão triste tristeza<br />
há nestas imagens...</p>
<p>Será que terei ainda de as ver<br />
e rever?</p>
<p>Porque é que o mundo<br />
mal quer saber<br />
a dôr causada por estas imagens?!</p>
<p>Dói.<br />
Dói ao olhar daquele que a faz.<br />
Mas dói ainda muito mais<br />
aos que não têm paz!</p>
<p>Ó tamanha dor que trago no peito,<br />
saí de cá dentro de qualquer jeito!</p>
<p>Explode,<br />
estoura,<br />
rebenta de uma vez por todas!<br />
Mas rebenta,<br />
como um trovão.<br />
E não me mostres mais imagens destas, não!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/08/imagens#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 08 Apr 2008 11:14:22 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>ACONTECEU</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/06/aconteceu</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/06/aconteceu</guid>
		<description><![CDATA[<p>Não procurei nas páginas amarelas para te encontrar.<br />
Não sabia o teu  nome,<br />
morada e qual o estilo de vida.<br />
Não tinha refencia alguma e ti.</p>
<p>Não te encontrei à esquina de uma sombra a pedir sombra.<br />
Também não havia nenhuma arvore...<br />
Só encontrei passos e mais passos,<br />
pegadas de quem por lá passou.</p>
<p>Não encontrei o tal carteiro,<br />
pessoa que te conhece,<br />
para que me dissesse quem tu eras afinal?!</p>
<p>Se sempre eu te conhecia ou não?!</p>
<p>Não te via à minha procura nas páginas dos jornais,<br />
nacionais e locais....</p>
<p>Não te vi sentada num café à minha espera...<br />
Vim sim, à porta do cinema muita gente a procurar por alguém, mas yu não!<br />
Não te vi!</p>
<p>Podia até ter acontecido<br />
cruzar-me contigo por ai...<br />
Mas tambem não!</p>
<p>Não te encontrei!</p>
<p>Afinal, tu existes?
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/06/aconteceu#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 21:18:15 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Continuar...</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/06/continuar</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/06/continuar</guid>
		<description><![CDATA[<p>O que me vale<br />
é que o Sol continua a brilhar<br />
as minhas ideias e a refrescar a alma,<br />
apesar<br />
de algumas noites<br />
sentir a frieza<br />
de estrelas ofuscas no meu espaço,<br />
vagueando,<br />
sem rumo e sem norte...</p>
<p>O que me vale,<br />
é que a Lua me sorri<br />
quando tento passar para ela<br />
a minha indignação<br />
sobre todo este mistério,<br />
sistematicamente<br />
presenciado<br />
entre o que me vale e o que me tem valido!</p>
<p>Se não fosse<br />
a minha tenacidade forte,<br />
o capricho de lutar contra vagalhões,<br />
nunca tinha realisado esta viagem<br />
entre tantas estrelas<br />
nesta galaxia Universal!</p>
<p>Não tenho desarmado<br />
a minha armada<br />
do meu peito,<br />
do me coração<br />
e da minha vontade,<br />
continuo,<br />
a carregar forças vindas de não sei onde<br />
para continuar,<br />
mesmo que só<br />
esta batalha<br />
entre o bom e o mau,<br />
o doce e o amargo,<br />
o ser e o morrer,<br />
o ficar e o largar,<br />
o real e o fingimento,<br />
a verdade e o cinismo,<br />
a expontaniedade e a hipocresia!</p>
<p>Continuo a escrever<br />
palavras de aço<br />
na proa do meu casco,<br />
sob bandeira piratesca,<br />
a desfraldar por tudo quanto é sitio!!!</p>
<p>Continuo a pensar<br />
que embora com tripulação à minha beira,<br />
não tenho palavras de amor para lhes dizer.<br />
Nem flores para dar,<br />
principalmente,<br />
para quem bebe da minha água<br />
e não faz atenuar esta mágoa<br />
que flagela dentro de mim!</p>
<p>O que me tem valido,<br />
é que tenho sabido continuar esta cruzada<br />
até aqui:<br />
Continuar. Continuar. Continuar...<br />
A navegar!!!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/06/continuar#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 06 Apr 2008 10:33:51 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Como Abraçar o Mundo?</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/01/como-abracar-o-mundo</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/01/como-abracar-o-mundo</guid>
		<description><![CDATA[<p>Como abraçar o Mundo,<br />
se meus braços,<br />
são abraços<br />
feitos de tantos abraços<br />
de braços como os meus braços?</p>
<p>Tento esticá-los,<br />
mas não consigo chegar<br />
a tanto abraço que queria dar!</p>
<p>Queria apertá-los,<br />
fortemente,<br />
todos os que<br />
me têm abraçado em vida!<br />
E quantos abraços<br />
de tantos braços<br />
gostariam de fazê-lo<br />
durante a minha lida?!</p>
<p>Mas não posso<br />
abraçar o Mundo, não!!!</p>
<p>Somente,<br />
posso abraçar o que me diz o coração!</p>
<p>É por isso<br />
que foram feitos os meus braços!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/01/como-abracar-o-mundo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 14:28:17 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Somente um quase de nada...</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/01/somente-um-quase-de-nada</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/01/somente-um-quase-de-nada</guid>
		<description><![CDATA[<p>Um quase de tudo entre um quase de nada<br />
foi o que tenho dado de mim<br />
durante esta passagem<br />
entre o deserto o o glaciar da vida,<br />
a alguém,<br />
que raramente deu uma palavra de conforto<br />
aos meus passos da calçada.</p>
<p>Quantas vezes<br />
o Rouxinol deixou de cantar,<br />
logo pela manhã,<br />
o cântico da vida?!</p>
<p>Tenho caminhado<br />
ao desconforto de um quase nada,<br />
quando,<br />
eu quase tudo fiz para que tu percebeces<br />
o calor da minha imagem<br />
e esse teu agreste desinteresse das minhas coisas<br />
não se modiificaram...</p>
<p>Perguntei ao silêncio,<br />
em silêncio<br />
do teu silêncio,<br />
porquê tanto desconforto,<br />
tanta friesa<br />
desse teu quase nada de vida<br />
nas minhas coisas que me dão felicidade<br />
e, tu sem me acompanhares<br />
realmente a minha felicidade,<br />
raramente a partilhavas comigo!<br />
Nem uma palavra de conforto,<br />
de incentivo<br />
para comigo tu me dedicaste!</p>
<p>Sempre comigo e comigo me deixavas estar<br />
neste meu quase tudo que te dei<br />
enquanto nem uma palavra<br />
ou gesto<br />
ou luz quente das tua boca<br />
surgiu uma migalha como alimento espiritual!</p>
<p>Tudo o que eu quis veio de longe,<br />
do desconhecido,<br />
chegado ao meu peito como um soldado,<br />
e tu<br />
cá deste lado<br />
perto de mim<br />
me fazes desterrado.</p>
<p>Amanhã,<br />
não haverá mais um amanhã entre nós.<br />
Restará o que deixaste de me dizer enquanto perto,<br />
enquanto eu irei buscar água desconhecida<br />
à fonte que nunca deste:<br />
Conforto à Alma!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/04/01/somente-um-quase-de-nada#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 01 Apr 2008 14:14:50 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Por enquanto...</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/por-enquanto</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/por-enquanto</guid>
		<description><![CDATA[<p>O tempo corre desmedido,<br />
enquanto<br />
eu vejo e revejo o tempo a passar.</p>
<p>E tudo passa; está passando depressa de mais...</p>
<p>- Chego a pensar se estou realmente no real da vida real,<br />
ou se a consciência,<br />
por vezes irrealista, não é mais do que um farrapo,<br />
uma queixa,<br />
desta correria que me leva a procurar uma saida desta escravidão do tempo! </p>
<p>Entretanto,<br />
o tempo corre desmedido,<br />
com tudo a girar à minha volta em correria<br />
e eu quase sem guita, por cá ando a rodepear<br />
com a sola dos sapatos já gastos pela dança...</p>
<p>O tempo corre desmedido,<br />
e as perguntas que sempre fiz,<br />
são colocadas de igual maneira,<br />
como se fossem feitas pela primeira vez!</p>
<p>Por enquanto,<br />
tudo é por enquanto,<br />
enquanto o encanto deste mistério<br />
não conheçe a outra face da Lua,<br />
nada há de novo e,<br />
entretanto,<br />
o tempo continua desmedido<br />
e eu com ele sempre a correr...</p>
<p>É algo que me fervilha,<br />
que me suscita e que me faz desembraçar<br />
desta armadilha da vida que "alguém" me ofereceu,<br />
para que o tempo não corresse tão vertiginiosamente<br />
como corre, mas não consigo desprender-me dela:<br />
- estou coletado na indicifravel cifra -<br />
Não sei.</p>
<p>O tempo corre desmedido,<br />
por enquanto,<br />
enquanto no curso do leito sagrado da vida<br />
eu existo!
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/02/23/por-enquanto#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 23 Feb 2008 12:12:35 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MARCIA &amp; MARCUS VINICIOS-BRASIL</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/01/13/marcia-marcus-vinicios-brasil</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/01/13/marcia-marcus-vinicios-brasil</guid>
		<description><![CDATA[<p>Ao<br />
  Ilustre Poeta Brasileiro,</p>
<p>  MARCUS VINICIUS DE MORAES<br />
  - Academia Poços-Caldense de Letras -<br />
  POÇOS DE CALDAS<br />
  BRASIL</p>
<p>O Tempo qu'aqui passámos<br />
deixou-nos saudades, mil,<br />
sementes d'amor deixámos<br />
na irmã pátria, Brasil!</p>
<p>Poços Caldas, está connosco,<br />
dentro do deste coração.<br />
Portugal, está convôsco<br />
em cada aperto de mão!</p>
<p>Voltar aqui, só Deus sabe!?<br />
Pra mim é Felicidade.<br />
Eu LHE peço:   Que nunca acabe<br />
esta nossa sã, Amizade!</p>
<p>Bem Haja o gesto Familiar:<br />
"Marcus Vinicius de Moraes"!<br />
Quem dá Amor sem o cobrar<br />
é porque é GRANDE DE MAIS!!!</p>
<p>- Estas quadra foram feitas em Guarajá/S.Paulo/Brasil<br />
em 14.10.2006 -
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2008/01/13/marcia-marcus-vinicios-brasil#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sun, 13 Jan 2008 15:47:15 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>QUE LINDA PRENDA!!!!!</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/12/20/que-linda-prenda</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/12/20/que-linda-prenda</guid>
		<description><![CDATA[<p>Passei horas a fio a dar um pouco de mim a tantos como eu.<br />
Passei tantos momentos felizes da minha vida,<br />
com Amigos que eu fizera este Ano,<br />
vindos do desconhecido até mim!<br />
Passei muitos dias a passar frio,<br />
e,<br />
foram eles que me aqueceram a alma quando tinha frio,<br />
me deram pão quando tinha fome,<br />
me deram de beber quando tinha sede!<br />
Me cobriram com palavras cheias de morangos e com mel,<br />
quando o meu barco navegava no desconforto das ondas!</p>
<p>Passei muitos momentos sozinho nas minhas amarguras<br />
e, voçês souberam sempre compensá-las com a vossa<br />
inesquecivel Amizade, amparando-me,<br />
como pronto de socorro,<br />
todos os momentos de fraqueza!</p>
<p>Passei por lugares que nunca tinha passado.<br />
E,<br />
se não fossem voçês nunca os teria conhecido.</p>
<p>Pedir mais o quê para que a minha Felicidade<br />
seja diferente à que tenho?</p>
<p>Não posso.<br />
Nem devo pedir o que realmente já tenho de voçês:<br />
O Amor que me têm sabido mimar em consciência.</p>
<p>Por isso,<br />
Agradeço a Deus por ELE me ter dado esta belissima<br />
prenda de Natal durante todos os dias!</p>
<p>E tu,<br />
que me lês sabes quanto eu não posso viver sem ti!</p>
<p>Fazes parte da minha vida!</p>
<p>Meu Deus,<br />
que maravilhosa maravilha que eu tenho recebido durante este Ano!</p>
<p>Passei por aqui para te agradecer de alma e coração,<br />
quanto vale ter alguem, como tu perto da minha mão!</p>
<p>joellira<br />
20.12.07<br />
12.54 hrs
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/12/20/que-linda-prenda#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 13:54:34 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Hoje, pouco vale...</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/12/18/hoje-pouco-vale</link>
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		<description><![CDATA[<p>Hoje, pouco me vale pensar que ainda me restrá um amanhã...<br />
Mesmo que hoje eu ainda tenha forças para pensar em tal,<br />
hoje, pouco vejo a meu redor aquele alento que me tem perseguido:<br />
falta de Amor!</p>
<p>Continuo a ser aquela alma de mão estendida,<br />
procurando amparo na palavra: AMOR!</p>
<p>Hoje, continuo a guardar alguns pacos trocos de nada!<br />
Recordações do que fiz e não devia ter feito,<br />
e de ter feito e não devia!</p>
<p>Talvez seja por isso que hoje, pouco vale...</p>
<p>Vejo-me entre o fogo do pecado e o pecado sem fogo:<br />
contos de sonhos irreais,<br />
que martelam a alma e o peito e, tu, tal como eu,<br />
figuras dentro destes meus desejos de te possuir!</p>
<p>Começo a ver à minha volta que já não escreves a palavra<br />
Amor no casco da minha arvore! Mas, existes. Bem sei que sim!</p>
<p>Continuas a desejar a minha sombra,<br />
mesmo que ainda te possa dar alguma sombra.<br />
Acolhes-te em silêncio, tentando eu advinhar o teu sorriso!</p>
<p>Hoje, pouco me vale pensar que amanhã será mais um outro dia,<br />
um dia mais para ser diferente ao de hoje, naturalmente.</p>
<p>Ai, se eu pudesse acreditar que tudo isto não passa de uma<br />
nostalgia à minha volta, que dança e me martela o coração!<br />
Mas não!<br />
É mais que real!<br />
Já não danço. Abano pura e simplesmente.<br />
Até que amanhã termine com isto de uma vez!<br />
Hoje, pouco me vale.
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/12/18/hoje-pouco-vale#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 18 Dec 2007 18:44:31 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A CAMINHO DO CASTELO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/10/06/a-caminho-do-castelo</link>
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		<description><![CDATA[<p>Deixei a Praça da Figueira já para trás,<br />
subi à Madalena  e olhei a Sé,<br />
mui imponente, catedral, sítio de paz,<br />
onde a Alfama toda ela mostra a fé!</p>
<p>Santo António, é o santo mais popular<br />
que por ali é festejado em Lisboa,<br />
e no Castelo vê-se o povo a festejar<br />
no bom tinto, com sardinhas e muita broa!</p>
<p>Do Castelo de S. Jorge voa um beijo<br />
à beleza do estuário deste Tejo,<br />
com a cidade a brilhar cada janela</p>
<p>e à luz dum candeio cresce o desejo,<br />
mal acanhado entre um abraço sem pejo<br />
faz deslocar o sigilo da sentinela!</p>
<p>Joellira<br />
(bilhete postal)<br />
04.10.07
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/10/06/a-caminho-do-castelo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 06 Oct 2007 13:22:39 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>OPOSIÇÃO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/22/oposicao</link>
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		<description><![CDATA[<p>Quando se concorre a uma eleição,<br />
seja qual o carácter a que se destina,<br />
os que não ganham, são logo oposição,<br />
e os que vencem, corroem-se da sua sina!</p>
<p>Há um ditado, por aqui muito falado:<br />
É o Povo quem mais manda e mais ordena.<br />
Pois. E o pior é quem passa para o outro lado<br />
contradita, contesta e é uma pena…</p>
<p>Gostava de ver quem protesta e censura,<br />
um dia em vê-los no pouso sem amargura,<br />
a ver se isto dava mais força ao coração…</p>
<p>Pelos vistos, todos vão muito mal de ternura;<br />
São guerrilhas que se vêem, triste figura.<br />
É o que temos desta nossa oposição! </p>
<p>Joellira<br />
(bilhete postal)<br />
22.09.07
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/22/oposicao#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 11:05:14 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>PRAÇA DA FIGUEIRA</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/22/praca-da-figueira</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/22/praca-da-figueira</guid>
		<description><![CDATA[<p>Antes do terramoto ter acontecido,<br />
foi local do Hospital de Todos os Santos.<br />
Posteriormente, foi ali construído,<br />
um mercado coberto de mil e um encantos!</p>
<p>Nos anos cinquenta foi tudo demolido.<br />
Hoje há hotéis, lojas, cafés com lugar,<br />
onde todo o povo é sempre bem servido,<br />
não faltando os pombinhos a saltitar…</p>
<p>D. João I, está no centro da praça<br />
cumprimentando firmemente quem lá passa<br />
e todos lhe deixam saudade no olhar.</p>
<p>E os Pombos, quase sempre dão-nos de graça,<br />
a pintinha, o presente da arruaça,<br />
aos distraídos que por lá estejam a andar!</p>
<p>Joellira<br />
19.09.07<br />
(bilhete postal)
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/22/praca-da-figueira#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 22 Sep 2007 11:03:58 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>AVENIDA ALMIRANTE REIS</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/17/avenida-almirante-reis</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/17/avenida-almirante-reis</guid>
		<description><![CDATA[<p>Tens o começo na Praça do Areeiro,<br />
e, para uns, terminas no Martins Moniz,<br />
para outros, a da Palma tem fim certeiro.<br />
Diz o teimoso que teima a um juiz.</p>
<p>Atravessas vários bairros da Cidade,<br />
lugares de bom trabalho e de estima,<br />
e todos os que vivem na localidade<br />
sabem que desaguas na baixa pombalina!</p>
<p>A cerveja, tem boa fama na Almirante,<br />
e o espaço na circulação é elegante,<br />
com eléctricos mantendo a tradição,</p>
<p>passam por quiosques, na rota da avenida,<br />
e o transito mostra a todos que há vida,<br />
dando a Lisboa  a sua melhor lição!</p>
<p>Joellira<br />
09.09.07<br />
(bilhete postal)
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/17/avenida-almirante-reis#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 17 Sep 2007 21:04:19 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>AVENIDA CASAL RIBEIRO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/15/avenida-casal-ribeiro</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/15/avenida-casal-ribeiro</guid>
		<description><![CDATA[<p>José Maria Caldeira Casal Ribeiro,<br />
Conde, por titulo d’el rei D. Luís.<br />
Seu pai, José Vicente, nobre cavaleiro,<br />
Fidalgo da casa real deste país!</p>
<p>Nasceu em Lisboa e em Espanha morreu,<br />
o excelente politico desembargador!<br />
Dele tanto se ouviu e muito se escreveu,<br />
e a história há-de falar dele com amor!</p>
<p>Hoje tem avenida, lugar de poluição.<br />
vindo dos carros que saem da estação,<br />
para todo Portugal  e o mundo inteiro.</p>
<p>Por ali há numerosa circulação,<br />
cruzando a Actor Taborda o coração<br />
da marcante Avenida Casal Ribeiro!  </p>
<p>Joellira<br />
11.09.07<br />
(bilhete-postal)
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/15/avenida-casal-ribeiro#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 15 Sep 2007 18:17:58 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>AV. FONTES PEREIRA DE MELO</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/10/av-fontes-pereira-de-melo</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/10/av-fontes-pereira-de-melo</guid>
		<description><![CDATA[<p>Quem vem do Marquês para a Praça do Saldanha<br />
há a Avenida Fontes Pereira de Melo!<br />
Que a alma dele no Céu Deus lá a tenha,<br />
e nunca se esqueça quanto ele nos fez de belo!</p>
<p>Nasceu em Lisboa, estadista, engenheiro militar,<br />
rasgou o Pais com vias-férreas e estradas,<br />
deixou vestígios em qualquer terra ou lugar,<br />
e todas sempre muito bem arquitectadas!</p>
<p>O primeiro fio telegráfico, montou,<br />
muitos serviços ao País inaugurou,<br />
com mestria, no comando da sua proa.</p>
<p>Tem nome em território de Portugal,<br />
e como ele não houve outro tão igual,<br />
como esta figura ilustre de Lisboa! </p>
<p>Joellira<br />
10.09.07<br />
(bilhete postal)
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/10/av-fontes-pereira-de-melo#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Mon, 10 Sep 2007 11:21:07 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>MARQUÊS DE POMBAL</title>
	<link>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/08/marques-de-pombal</link>
	<guid>http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/08/marques-de-pombal</guid>
		<description><![CDATA[<p>Sebastião e Melo, Marquês de Pombal,<br />
que foi Ministro d’el Rei D. José primeiro,<br />
homem influente nas leis de Portugal,<br />
tem porta aberta em Lisboa ao forasteiro!</p>
<p>É majestosa a estátua lá na praça,<br />
e com seu nome dão ao sítio o lugar.<br />
Será que o Leão e ele, acham graça,<br />
do metro que por debaixo está a passar?</p>
<p>Marquês, dás sempre mais alma a quem lá passa.<br />
És palco principal das manifestações!<br />
E os que de ti ainda hoje dão chalaça</p>
<p>são de Lisboa a incúria e a desgraça…<br />
E tu, Marquês, na figura de tanta raça,<br />
dás a todos os Lisboetas as Saudações!</p>
<p>Joellira<br />
08.09.07<br />
(bilhete postal
</p>
<p><a href="http://pensarpoesia.nireblog.com/post/2007/09/08/marques-de-pombal#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 08 Sep 2007 14:52:37 +0100</pubDate>	</item>
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