SATURAÇÃO
Tenho sentido a tua falta. Vou-me habituando.
Acordo sem pensar em ti. Não te vejo cá.
Falo com o mundo, das minhas causas. Vou andando...
E eu de ti nada sei. Nem por cá nem por lá?!
Também que me importa isso, se não tens paz?!
Nem sei mesmo se ainda tens umbigo ou não.
A tua coragem, mora pregada ao chão...
E quando te procuram, tu nunca estás?!
Andas por ai algures como o vento anda:
Muitos dias sem Sol e outros às escuras.
Entropeças pelas ruas das amarguras!
Tenho notado a tua ausência nesta banda.
É sinal que à tua musica não dás curas
e quanto à minha também tu já não a aturas!
02.05.09
20.19 hrs
159º soneto - ano 2009

Do Melhor
Linkk
del.icio.us
Boa noite,
o que transmite este poema, não poderia ser mais real.
Espectacular........
Teresa | 04-06-2009 - 23:05:21 GMT 1 #