EM TERRA DE MILAGROSOS...
De facas afiadas, línguas depravadas,
conspirações palacianas, de sacanas,
eis as vozes vampiristas e conspurcadas
que só não nos chagam como nos chegam em ganas.
É um martírio ouvir de tantos milagrosos,
sabichões, intrujões, novos habilidosos,
que o mundo está doente, descontente...
Pois está! E que fazem eles concretamente?
Porque não se juntam as varinhas de mão,
que dizem ter e em magia dão solução
aos problemas que por cá estamos a viver?
É que quanto mais barafunda, mais confusão.
Sempre assim foi no que se aprendeu na lição:
É o povo quem decide como que fazer!
18.04.09
10.43 hrs
150º soneto - ano 2009

Do Melhor
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