A MINHA VERDADE
Já não sorris perto de mim. Já nem te vejo!
Não te ouço dizer nada. És pedra fria.
Por anda essa liberdade do teu desejo?...
E o que é feito da vivência do teu dia!?
Quantas mãos na tua vida já seguraste?
E quantos pensamentos já tu pecaste?
Quantas foram as mentiras que já pregaste?
E quantos corações na vida desprezaste?
Tantos enganos, caprichos ditos ao luar,
fogem-te da alma, mordem-te o calcanhar,
enquanto tu perdeste o riso da vontade.
És a fumaça do passado que aqui recordo.
Por ti eu já não sofro, tão pouco me mordo...
Mas quero que leias esta minha verdade!
01.04.09
21.15 hrs
129º soneto - ano 2009

Do Melhor
Linkk
del.icio.us