DIANA
És o meu templo, o meu universo vivo!
A alma que me aquece e me abafa o olhar.
E com estes onze capitulos sem desfolhar,
aqui estou eu para te dizer como te sirvo?
Diana, mulher prisioneira, sou teu soldado.
A memória não esquece tal caminhada,
por entre os olhares de uma noite amada,
e nos teus apertos que ao meu peito me foi dado!
A alma destes onze livros estão comigo,
guardados. Ambos dormem e estão contigo
como reliquias inseparaveis da paixão.
Quero encendear o teu olhar encandescente,
e ser de ti o mais amado e o mais quente
para que tu, Diana, fujas dessa prisão!
15.03.09
22.16 hrs
111º soneto - ano 2009

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