A CHEGADA!
Pelo o espaço no tempo eu soube esperar
pela tua chegada ao leito do meu rio,
e nele entraste para o teu corpo refrescar
e sentires na água a limpidez do meu brio!
Finalmente chegaste. Vieste! Aqui estás.
Eu nem contei o tempo que tive de esperar!
Agora que tenho em mim essa tua paz,
nem dou por mim como a irei festejar?!
Não digas nada... Mergulha em rio real
e faz o que sempre tu quizeste fazer.
Não há mais cancela, sequer, porta fechada!
Os abraços, são ondas em mar espiral!
Os beijos contados no céu, se irão perder!
Soubemos esperar p'la vinda desta chegada!
06.03.09
08.40 hrs
100º soneto - ano 2009

Do Melhor
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